Área Restrita

02/09/2010

Fórum das entidades escuta propostas de candidato

O candidato ao governo de Minas pelo PMDB, Hélio Costa, participou ontem, 1º de setembro, da mesma sabatina que o seu adversário, Antonio Anastasia (PSDB) no último dia 27 de agosto. O Fórum é composto pelos empresários do G11 (FCDL-MG; AC Minas; CDL BH; CIEMG; FAEMG; FECOMÉRCIO-MG; FEDERAMINAS; FETCEMG; FIEMG; SEBRAE-MG; OCEMG).

Durante os primeiros 40 minutos, Hélio Costa, teve a palavra e apresentou alguns dos seus planos de governo, especialmente os voltados para o agronegócio. " A economia mineira apresenta 5 pilares: energia - representando 20% da arrecadação ; combustíveis - 25%; telecomunicações - 30%; - auto-peças - 20%, restando apenas 20% para o agronegócio, as micro e pequenas empresas e o setor de serviços. É desigual, o estado está cercado por uma política fiscal avassaladora", comentou o candidato.

O peemedebista, alegou que as Minas Gerais que conhecemos não reflete a realidade dos números, que o estado tem se desenvolvido menos que a média nacional. "Minas cresceu 2,75% contra 2,94% da média nacional. Não podemos nos enganar, o que vocês veem não reflete a realidade", acrescentou o candidato.

Questionado sobre as altas taxas tributárias no estado, Costa reafirma que a solução é simples. Uma delas é implantar a NF nos moldes de São Paulo, o candidato informou que lá mais de 2 milhões e meio foram injetados nos cofres públicos e, que no seu governo ele implantará este modelo. Hélio Costa também criticou a atuação do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). " Banco de desenvolvimento não pode ser igual a banco privado, ele tem que auxiliar efetivamente no desenvolvimento, conceder crédito sem pedir todos os seus bens em troca", explicou.

"Minas está no limite com relação a cargas tributárias, a conta é simples, qualquer economista sabe que basta aumentar o volume de vendas. Quero acabar com a política de perseguição", alegou o político Que também foi questionado sobre a duplicação da BR381, ele informou que esta ação é uma prioridade do governo federal e as obras devem ser iniciadas em 2011.

O presidente da FCDL-MG, José César da Costa, questionou o candidato sobre a aprovação do Código de Defesa do Contribuinte (CDC). "Já manifestei como senador meu parecer favorável, não é prejudicando os empresários que o estado desenvolverá", finalizou Hélio Costa.

Fonte: Assessoria de comunicação da FCDL-MG


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