O que podemos esperar para 2018, economicamente falando?

Belo Horizonte | Quinta-feira, 11 de janeiro de 2018 - 16h 06 - Atualizado às 16h 44

Um novo ano e com ele novas oportunidades. Inspire-se e veja com cuidado os números abaixo:

 

 

 

Começar um texto com números não é a melhor forma de traduzir o que ele quer mostrar, mas nesse caso, é a melhor opção para aqueles que sentiram o novo ambiente que o horizonte aponta. Sabemos que não basta sentir, temos que agir!

 


Com base nas expectativas do primeiro dia do ano dos agentes financeiros, houve uma melhora geral no cenário macroeconômico. Na comparação 2018 frente a 2017, a inflação, a Taxa de Câmbio e os Preços Administrados tendem a diminuir ao longo do ano. Haverá um aumento da Produção Industrial com reflexos positivos para toda a cadeia produtiva e, consequentemente, com muito trabalho, haverá aumento da Produção Interna Bruta no Brasil, segundo o Comitê de Política Monetária - COPOM.

 

Juros mais baixos


O próprio comitê entende que a conjuntura econômica prevê um trabalho estimulativo, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Com esse cenário, a Taxa Selic fechou o ano de 2017 em 7,00% ao ano e iniciou 2018 com uma expectativa de fechar em 6,75% ao ano. Todavia, o Comitê enfatiza que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira contribuirá para a queda da taxa de juros estrutural.

 

Retomada do crescimento


Essas expectativas, somadas aos números atuais da economia real, resultam em um cenário adequado para a retomada econômica. Após quatro anos de uma profunda crise econômica, o mercado de trabalho voltou a gerar emprego, a ociosidade das empresas está reduzindo, a inflação segue uma linha descendente.

 

Crescer de verdade


Claro que isso são expectativas que colidem com números reais. Nada adianta cruzar os braços e esperar que elas aconteçam sem o mínimo trabalho. Para o varejo, manter sua postura inovadora e sua capacidade de reinventar-se para garantir os bons resultados é essencial. Espera-se que o crescimento chege em 5%. Apesar de não ser um crescimento de dois dígitos, é considerado importantíssimos após a recessão.

 

 

Guilherme Afif - presidente nacional do Sebrae

Em entrevista exclusiva para a Federação, Guilherme Afif ditou as tendências para o ano e o que o microempresário pode esperar dele. Confira na página 18 da Revista Movimenta!

 

Pé na tábua!


Então, varejista, aja. Faça promoções, liquide estoques de produtos antigos, atraia o consumidor. Inspire-se diariamente nas evoluções do mercado. Não espere a aprovação de reformas - que devem ser feitas para a manutenção da retomada econômica - para fazer a sua parte.

 


Enfim, finalizo essa conversa, na expectativa que você trabalhe de maneira leve e com objetivos sólidos. Afinal, as cartas estão na mesa e o jogo da vida no mercado de trabalho está posto. Somente aqueles que fazem acontecer é que serão capazes de aproveitar os resultados. Aja! Não espere! Esperar, nesse momento, é a pior atitude.

 

 

Vinícius Carlos

Economista da FCDL-MG

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